eu sempre me perguntei o que era o amor.
tudo bem, não sempre, mas pelo menos desde que meu cérebro começou a funcionar de uma forma aceitável.
segundo os filmes, os livros e as músicas, o amor é um sentimento inigualável, incomparável, inenarrável, impossível de ser compreendido. mas se é assim, como a gente vai saber que está amando?
A-HÁ!
pois é. eu também não sei.
mas eu sei que eu sempre quis amar loucamente. acho que mais pra finalmente entender do que todos os filmes, livros e músicas falam do que para amar propriamente dito.
e sabem o que eu descobri?
eu já amava.
sempre amei. todo mundo sempre amou.
porque o amor não é um sentimento único, que arrebata pessoas tirando o ar dos pulmões fazendo com que elas sonhem acordadas.
o amor é simples.
eu, por exemplo, amo boliche.
amo o barril de cerveja da heineken.
amo café, até quando é mal-feito.
mas também amo dedé, nathalia, HLA, Léo, guila e guto.
amo até meus pais!
o importante não é a intensidade ou a quantidade de amor que se tem. é como você usa esse amor.
mesmo se você ama uma coisa estranha, o que importa é que ela faça você sorrir.
pode ser um bicho de pelúcia, uma pessoa ou simplesmente um chumaço de algodão.